Luanda -  O engenheiro Agostinho da Silva disse hoje (quinta-feira), em Luanda, que a edificação de moradias no sentido vertical prejudica a circulação de correntes de ar, prejudicando a qualidade de vida dos cidadãos das zonas afectadas.
 
 
 
Falando a Angop sobre este modelo de construção, o especialista acrescentou que se, por um lado, a verticalidade das construções dá maior racionalização dos espaços, por outro, afecta o arejamento e a iluminação natural, o que é negativo para o bem-estar da população.
 
 
 
   A título de exemplo, segundo a fonte,  é caso da cidade de Luanda onde as temperaturas tende sempre aumentar, face à construção de muitos edifícios.
 
 
  “Não sou especialistas em assuntos ambientais, mas há uma grande diferença entre viver numa casa feita de forma horizontal e vertical”, disse, sublinhando que é hora de se começar a rever este tipo de situações para melhorar a habitabilidade da população.
 
 
“Construir na verticalidade fica sempre mais barato devido às infra-estruturas a serem envolvidas”, mas também cria outros transtornos, sobretudo ambientais” - frisou.
 
 
Agostinho da Silva congratulou-se com o lançamento recentemente pelo Chefe do Executivo, José Eduardo dos Santos, da pedra de edificação de cinco mil moradias horizontais na nova centralidade do Kilamba.
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