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Empréstimo para comprar a casa própria ficará mais caro e difícil

O dinheiro que os bancos públicos e privados emprestam para financiar a casa própria vai ficar menor e o empréstimo para o setor deverá ficar mais caro nos próximos anos. Alguns especialistas estimam que a fartura de crédito para a habitação acabe em menos de dois anos, embora os mais otimistas prevejam que a escassez de crédito comece em apenas dez anos. De qualquer forma, o risco de falta de crédito é real.

A classe média, que tem renda entre R$ 1.635 e R$ 5.450 e costuma comprar imóveis entre R$ 200 mil e R$ 500 mil, será a mais afetada. Isso porque os recursos para a compra da casa própria nessa faixa de preço vêm da poupança, ameaçada de esgotamento no curto prazo. Segundo o coordenador do FipeZap, índice que mede o preço do metro quadrado no país, Eduardo Zylberstajn, o crédito para casa própria pode começar encurtar já em 2012.

- Pelo ritmo atual, os recursos devem durar até meio de 2012 ou começo de 2013, segundo estimativas que a gente ouve. Os bancos são obrigados a destinar boa parte da poupança para o crédito imobiliário. A outra fonte é o Fundo de Garantia, mas essas duas fontes são finitas. A poupança, em um cenário de juro mais alto, deve chegar ao limite da capacidade porque o saldo não está crescendo e, cada vez mais, há novos empréstimos. Vai chegar um ponto em que todo o volume de depósitos em poupança estará comprometido com crédito imobiliário. Aí, não vai ter mais esse dinheiro para disponibilizar.

Além de ficar mais difícil para encontrar crédito para a compra do imóvel, também ficará mais caro tomar dinheiro emprestado para tal finalidade, explica Zylberstajn.

- O que vai acontecer é que, provavelmente, o juro ficará mais alto e ficará mais difícil financiar imóveis. Teremos prazos menores e parcelas maiores por causa dos juros.

O presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo), João Crestana, concorda que existe um risco de diminuição de crédito destinado ao mercado imobiliário, mas essa possibilidade se restringe aos empréstimos que vêm da poupança. Para ele, o dinheiro para a baixa renda comprar a casa própria tem, ao menos, mais uma década de sobrevida.

- Temos uma faixa de mercado que vai até R$ 170 mil. Fica dentro do Minha Casa, Minha Vida e tem financiamento da Caixa, com fundos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). [Esses recursos] têm sido suficientes para a demanda, o que deve continuar por mais, ao menos, dez anos, se não formos gananciosos.

Em relação à poupança, que tem como foco a classe média brasileira, existe um risco maior, segundo Crestana. Ele explica que “a caderneta no país hoje gira em cerca de R$ 350 bilhões e, por lei, 65% têm que ser destinado à habitação, o que dá cerca de R$ 230 bilhões, destinados ao mercado habitacional”.

- Hoje, o saldo de aplicações é de cerca de R$ 160 bilhões. Então, sobram cerca de R$ 70 bilhões. Agora, só no ano passado, foram usados R$ 60 bilhões e, se usarmos R$ 60 bilhões em 2011, a princípio acaba o recurso da poupança. Podemos precisar mais do que tem para manter o volume que temos hoje. Então, daqui a dois ou três anos, vamos ter que encontrar outras fontes para crescer a R$ 70 bilhões ou R$ 80 bilhões por ano [para financiar a compra da casa própria].

O presidente do Secovi-SP explica que a alternativa à escassez de recursos para financiar a casa própria pode estar nas reservas das seguradoras, nos fundos de pensão e até mesmo na grana dos investidores internacionais, que ainda não descobriram o mercado imobiliário brasileiro.

Grana da Caixa para a casa própria

O volume de recursos destinados ao financiamento imobiliário cresceu 57,1% entre 2009 e 2010. Só no ano passado o banco emprestou R$ 77,8 bilhões para o setor de habitação e, até os primeiros dez dias de junho de 2011, a instituição financeira fechou mais de R$ 29 bilhões em contratos para a casa própria.

Para imóveis novos, o banco destinou este ano 56% do total dos recursos, o que corresponde a R$ 16,32 bilhões. O Minha Casa, Minha Vida, programa habitacional do governo para a camada da população com baixa renda,  emprestou R$ 9,43 bilhões em financiamentos em 2011, o que deve custear a construção de 128,5 mil novas moradias – a maior parte para as famílias que ganham até seis salários mínimos (R$ 3.270).


 

Fonte: Correio do Estado

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