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Construtoras se voltam para média e alta renda no 1º trimestre

O mercado imobiliário começou o ano com mais empreendimentos para as famílias de média e alta renda e menos para as classes C e D. É o que apontam os resultados prévios do primeiro trimestre divulgados pelas construtoras listadas na bolsa de valores. De sete empresas avaliadas pelo iG, cinco reduziram a participação dos empreendimentos do segmento econômico nos lançamentos.

As maiores reduções foram feitas pela PDG Realty, Gafisa e Direcional. As únicas que elevaram a proporção de projetos para a baixa renda entre os lançamentos foram a Cyrela e a Rodobens.

A Direcional Engenharia é uma das poucas empresas que atua na primeira faixa de renda do Minha Casa, Minha Vida, formada por famílias que recebem até três salários mínimos. Mas, neste ano, a empresa não lançou nenhum empreendimento para este público. O motivo é que o orçamento para novos projetos só poderá ser liberado após a aprovação da segunda fase do programa pelo Congresso. Os projetos para famílias com renda inferior a três salários mínimos são os únicos que recebem recursos da União e contemplam imóveis avaliados até R$ 52 mil.

A Direcional, geralmente, divide seus lançamentos em três partes: um terço para projetos de apartamentos avaliados até R$ 52 mil, outro para até R$ 170 mil e, por último, uma faixa que não recebe benefícios do Minha Casa, Minha Vida, de até R$ 500 mil. Sem lançar empreendimentos para as famílias com renda até três salários mínimos, a proporção de imóveis do Minha Casa, Minha Vida caiu de 77%, no quarto trimestre de 2010, para 51%, no primeiro trimestre deste ano.

“Nós já prevíamos isso no nosso planejamento”, afirma o diretor-superintendente da Direcional, Roberto Senna. A empresa pretende reforçar os lançamentos no primeiro segmento no segundo semestre para fechar o ano com, pelo menos, 60% da oferta enquadrada no Minha Casa, Minha Vida.

No grupo Gafisa, a presença da marca Tenda, que oferece imóveis de até R$ 200 mil, também foi reduzida no primeiro trimestre – de 34% para 20%. “Foi uma situação pontual”, afirma o diretor-superintendente de incorporações da Gafisa, Sandro Gambá.

Segundo ele, a empresa antecipou no ano passado lançamentos previstos para este ano, mas vai reforçar os lançamentos para a baixa renda nos próximos trimestres. A meta da Gafisa é encerrar 2011 com 35% a 36% dos novos projetos direcionados ao segmento econômico, 60% deles enquadrados no programa Minha Casa, Minha Vida.

Mais oferta no alto padrão

O mercado imobiliário viu aumentar o interesse das incorporadoras por projetos destinados às classes C e D, motivadas por incentivos oferecidos pelo governo dentro do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, lançado em abril de 2009.

Dois anos após o lançamento do programa, a tendência é que as construtoras intensifiquem os lançamentos para o público de alta renda e para pessoas de classe média baixa com renda familiar pouco acima do teto do Minha Casa, Minha Vida, de R$ 4.900, afirma o presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), João Crestana.

Em 2010, os lançamentos de imóveis de quatro dormitórios somaram 8,7% do total na cidade de São Paulo, quase um quarto dos 37% que representava três anos antes, segundo dados do Secovi. “Os lançamentos para as classes A e B são mais lucrativos, mas eles perderam espaço para a baixa renda depois do Minha Casa, Minha Vida. Neste ano, os projetos de empreendimentos com quatro dormitórios devem voltar”, diz Crestana.

Novo foco na fase 2

Na primeira fase do programa, o governo determinou que 60% de 1 milhão de unidades oferecidas entre maio de 2009 e dezembro de 2010 se enquadrasse nos projetos para famílias com renda entre três e dez salários mínimos. Mas, na segunda fase do projeto, que oferecerá 2 milhões de unidades em dois anos, a proporção é inversa: 60% para famílias de zero a três salários mínimos e 40% para as que recebem entre três e dez salários.

A maioria das construtoras não atende o primeiro segmento e concentra seus lançamentos para famílias com renda superior a três salários mínimos. É o caso das grandes empresas, como a Tenda, a MRV, a Cyrela e a Rossi.

Assim, elas teriam que lançar, juntas, 600 mil unidades por mês para atender a meta do governo do Minha Casa, Minha Vida 1 para as famílias com renda superior a três salários mínimos. Na fase dois, esse volume cai para 200 mil. “As empresas podem colocar o pé no freio para se ajustar a esta nova meta”, diz Crestana.

Margens menores

Apesar de uma eventual desaceleração no volume de lançamentos, Crestana afirma que as empresas não abandonarão o segmento de imóveis populares. Há empresas, inclusive, que vão continuar a focar sua atividade neste segmento.

É o caso da Rossi, segundo o seu diretor regional de São Paulo, Rubens Júnior. Para ele, oferecer imóveis no segmento econômico requer um controle de custos e um ajuste bem feito nos preços. “O setor de baixa renda não admite erros. Qualquer cálculo mal feito pode abalar a lucratividade do projeto”, diz Rubens Júnior.

O diretor-superintendente da Direcional Engenharia concorda. “Não entramos neste segmento por oportunidade. É o nosso foco há 30 anos”, diz Senna.

(Colaborou Aline Cury Zampieri)

 

Fonte: iG

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