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Entorno seduz as construtoras

As cidades próximas ao DF se tornaram um nicho de mercado para as construtoras. Com o boom, as empresas da capital alçaram voo na direção do Entorno. A demanda da classe econômica não para de crescer e Valparaíso, Cidade Ocidental, Novo Gama, Águas Lindas e Luziânia, municípios com boa infraestrutura, ganharam a atenção das empresas.


Fatores como os investimentos do governo em programas habitacionais voltados para a classe econômica  e o aumento da renda da população proporcionaram o acesso dos moradores do Entorno a imóveis de qualidade.


A região se tornou atraente para quem sonha com a casa própria. Em Brasília, o metro quadrado custa em torno de R$ 10 mil. No Entorno a média é de R$ 2 mil a R$ 4,5 mil. Com o Minha Casa, Minha Vida, algumas empresas lançaram projetos específicos para o segmento econômico na região.


O Entorno tem potencial de crescimento e de demanda por imóveis, com preços acessíveis e financiamento facilitado. As cidades, por serem muito próximas de Brasília, atendem às necessidades de quem quer morar bem, com segurança, infraestrutura comercial e fácil acesso à capital federal.


Hermes Alcântara, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do DF (Creci), diz que a função do órgão é normatizar e fiscalizar o exercício de profissão do corretor. “No Brasil há cerca de 10 mil corretores no mercado. A tendência é aumentar, pois a demanda está reprimida (há uma procura que não tem sido atendida). Sem contar que o DF tem a maior venda per capita do Brasil, além das facilidades de crédito imobiliário”.


Ele acredita que o Entorno teve um efeito cascata com o programa do governo. E a perspectiva é de que o aquecimento aumente, pois ainda há demanda pelo primeiro imóvel. “É bom porque o mercado da construção civil torna-se responsável pela economia e crescimento de todo o País”.


Valparaíso tem atraído construtoras e investidores. Os aspectos econômicos do município chamam a atenção. Além disso, a cidade está localizada a 30 km de Brasília. Com mais de 120 mil habitantes, o município tem um comércio variado e extenso. E o custo de vida é baixo se comparado com o do Plano Piloto e das satélites.


O analista de sistemas Theo Ataum de Souza Arruda, 32 anos, optou por Valparaíso devido às facilidades oferecidas pela construtora. “O valor se adequava às minhas condições. Além disso, a qualidade dos novos empreendimentos de lá e a promessa de valorização do local me atraíram”.
Ele conta que, em princípio, o imóvel seria para investir, mas já está pensando em morar no local. “Devido ao conforto e à segurança oferecidos pelo condomínio, estou pensando em ir para lá. Nunca havia pensado em viver em Valparaíso, mas a oportunidade surgiu e resolvi arriscar”, admite.

Outra empresa que passou a atuar na região é a Rossi, presente em mais de 13 estados e 60 municípios. Frederico Kessler, diretor geral da empresa, aponta o crescimento do mercado como justificativa para a demanda na região do Entorno. “O mercado é forte, de muito volume, uma vez que é o segundo maior do país. E, agora, houve o surgimento de novas alternativas, por isso investimos na região. O mercado está em crescimento porque a população cresce, a demanda é grande. Há várias cidades para se investir que devem se desenvolver”, explica.


A Rossi trabalha em todos os segmentos, voltada para todos os públicos. A estratégia é atuar em empreendimentos de alto-padrão até os mais econômicos, como lançamentos no Noroeste e em Valparaíso.


A empresa está com um projeto para quatro mil unidades no Valparaíso com o nome de Rossi Park Nova Cidade. E no último final de semana lançou na Cidade Ocidental uma unidade de casas conhecida como Rossi Ideal Alto Lago.

Empresas apostam alto nos municípios
A Beiramar Imóveis também está de olho nesse novo mercado. A meta da empresa é de concretizar o sonho da casa própria de cerca de 100 mil em Valparaíso, Cidade Ocidental e, também, em Águas Lindas.


A JC Gontijo planeja o desenvolvimento nas regiões que ficam ao redor do DF com condomínios completos, área de lazer e infraestrutura. Três empreendimentos foram lançados em Valparaíso: o Parque das Árvores, o Parque dos Sonhos e, em fase de lançamento, o Parque Clube. Ao todo, a empresa já lançou na região 2.200 unidades habitacionais. A intenção é se expandir para outras regiões.


Seguindo a mesma linha, a PaulOOctavio Empreendimentos Imobiliários lançou a marca Morada Brasília, que será voltada para o segmento econômico e está atuando ativamente no setor.
“Acredito que a oportunidade surge com a demanda, e a demanda aqui é grande”, afirma Fabrício Garzon, presidente da MGarzon. A justificativa dele é  que o Plano Piloto tem pouca oferta. Por isso o Entorno tem sido valorizado. “É o que podemos oferecer. E, assim, essa região também vai se desenvolvendo”, aposta.


A imobiliária possui projetos para a cidade de Formosa. “Todo mundo tem ido para o Sul e lá conta com boa infraestrutura, comércio bem desenvolvido, faculdades e oportunidades de emprego, por isso acreditamos nesse município”, observa. “É inevitável o crescimento, mas deve-se ter cuidado e responsabilidade. O desenvolvimento agora está no Entorno de Brasília. Esperamos contribuir, gerar empregos e apoiar a indústria imobiliária”, conclui Fabrício.

 


Diversificação, a estratégia da MRV
A MRV Engenharia aposta no DF e no Entorno. Presente em 75 cidades do Brasil, a empresa tem o foco nas classes média e média baixa. “O DF é uma região com uma população de poder aquisitivo um pouco maior em termos de capacidade de pagamento e que tem déficit habitacional. Também é estratégia da empresa diversificar”, justifica José Lima, diretor comercial da empresa.


Alexandre Cândido, gestor executivo da empresa em Brasília, diz que o Entorno das grandes capitais brasileiras representa, hoje, o vetor de crescimento da construção civil, especialmente no segmento econômico. “Na maioria das capitais – e isso acontece em Brasília – é difícil encontrar terrenos. Os poucos existentes estão muito valorizados e isso inviabiliza a construção de empreendimentos”, explica.


Alexandre acredita que o mercado imobiliário ainda vai continuar aquecido por vários anos no Distrito Federal e Entorno. “As condições que levaram ao crescimento do mercado, como estabilidade econômica, crédito facilitado e aumento da renda da população, se mantêm. Além disso, outro fator importantíssimo é que o déficit habitacional do país ainda é alto, em torno de sete milhões de moradias. Por fim, é preciso lembrar que a cada ano há a geração de demanda de 1,5 milhão de novos domicílios no país”, detalha.


Outra empresa que passou a atuar na região é a Rossi, presente em mais de 13 estados e 60 municípios. Frederico Kessler, diretor geral da empresa, aponta o crescimento do mercado como justificativa para a demanda na região do Entorno. “O mercado é forte, de muito volume, uma vez que é o segundo maior do país. E, agora, houve o surgimento de novas alternativas, por isso investimos na região. O mercado está em crescimento porque a população cresce, a demanda é grande. Há várias cidades para se investir que devem se desenvolver”, explica.


A Rossi trabalha em todos os segmentos, voltada para todos os públicos. A estratégia é atuar em empreendimentos de alto-padrão até os mais econômicos, como lançamentos no Noroeste e em Valparaíso.


A empresa está com um projeto para quatro mil unidades no Valparaíso com o nome de Rossi Park Nova Cidade. E no último final de semana lançou na Cidade Ocidental uma unidade de casas conhecida como Rossi Ideal Alto Lago.

Empresas apostam alto nos municípios
A Beiramar Imóveis também está de olho nesse novo mercado. A meta da empresa é de concretizar o sonho da casa própria de cerca de 100 mil em Valparaíso, Cidade Ocidental e, também, em Águas Lindas.


A JC Gontijo planeja o desenvolvimento nas regiões que ficam ao redor do DF com condomínios completos, área de lazer e infraestrutura. Três empreendimentos foram lançados em Valparaíso: o Parque das Árvores, o Parque dos Sonhos e, em fase de lançamento, o Parque Clube. Ao todo, a empresa já lançou na região 2.200 unidades habitacionais. A intenção é se expandir para outras regiões.


Seguindo a mesma linha, a PaulOOctavio Empreendimentos Imobiliários lançou a marca Morada Brasília, que será voltada para o segmento econômico e está atuando ativamente no setor.
“Acredito que a oportunidade surge com a demanda, e a demanda aqui é grande”, afirma Fabrício Garzon, presidente da MGarzon. A justificativa dele é  que o Plano Piloto tem pouca oferta. Por isso o Entorno tem sido valorizado. “É o que podemos oferecer. E, assim, essa região também vai se desenvolvendo”, aposta.


A imobiliária possui projetos para a cidade de Formosa. “Todo mundo tem ido para o Sul e lá conta com boa infraestrutura, comércio bem desenvolvido, faculdades e oportunidades de emprego, por isso acreditamos nesse município”, observa. “É inevitável o crescimento, mas deve-se ter cuidado e responsabilidade. O desenvolvimento agora está no Entorno de Brasília. Esperamos contribuir, gerar empregos e apoiar a indústria imobiliária”, conclui Fabrício.

 


Diversificação, a estratégia da MRV
A MRV Engenharia aposta no DF e no Entorno. Presente em 75 cidades do Brasil, a empresa tem o foco nas classes média e média baixa. “O DF é uma região com uma população de poder aquisitivo um pouco maior em termos de capacidade de pagamento e que tem déficit habitacional. Também é estratégia da empresa diversificar”, justifica José Lima, diretor comercial da empresa.


Alexandre Cândido, gestor executivo da empresa em Brasília, diz que o Entorno das grandes capitais brasileiras representa, hoje, o vetor de crescimento da construção civil, especialmente no segmento econômico. “Na maioria das capitais – e isso acontece em Brasília – é difícil encontrar terrenos. Os poucos existentes estão muito valorizados e isso inviabiliza a construção de empreendimentos”, explica.


Alexandre acredita que o mercado imobiliário ainda vai continuar aquecido por vários anos no Distrito Federal e Entorno. “As condições que levaram ao crescimento do mercado, como estabilidade econômica, crédito facilitado e aumento da renda da população, se mantêm. Além disso, outro fator importantíssimo é que o déficit habitacional do país ainda é alto, em torno de sete milhões de moradias. Por fim, é preciso lembrar que a cada ano há a geração de demanda de 1,5 milhão de novos domicílios no país”, detalha.


 

Fonte: Jornal da Comunidade

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