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Cooperação para evitar desperdício

Não repetir os erros de planejamento do Pan’2007, no Rio, e escapar do fantasma do elefante branco são algumas das preocupações dos comitês executivos das 12 cidades-sedes da Copa do Mundo’2014 para que os investimentos públicos não sejam, mais uma vez, desperdiçados em obras sem utilidade. Para evitar tais equívocos, será assinado nos próximos dias um convênio de cooperação técnica para fiscalização e análise das obras para o Mundial entre o governo do estado e o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Minas Gerais (Crea-MG).

O anúncio foi feito ontem, em Belo Horizonte, durante o seminário Copa e sustentabilidade, em formato de audiência pública, organizado pelo Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), para discutir o legado das obras para a população. A intenção é envolver entidades técnicas para evitar desperdício e atraso no cronograma.

“Hoje, estamos mais avançados em planejamento. Queremos evitar que o orçamento seja multiplicado por 10, como foi no Pan. Por isso, precisamos verificar licitações e o andamento dos projetos técnicos para que tenha melhores resultados”, afirmou o presidente do Confea, Marco Túlio de Melo.

O custo inicial do Pan’2007 foi previsto em R$ 390 milhões. Dois anos após a competição – que reuniu 5.530 competidores de 42 países –, foram revelados gastos superiores a R$ 3,5 bilhões. Hoje, grandes obras como o Velódromo da Barra e o Parque Aquático Maria Lenk estão às moscas. Após dois anos sem uso, os apartamentos dos 17 prédios da Vila Pan-Americana, que abrigaram as delegações, começaram a ser leiloados. E a unidade de tratamento do Rio Arroio Fundo, em Jacarepaguá, que deveria estar pronta para os jogos, foi concluída em dezembro do ano passado – com três anos de atraso.

 “Copa do Mundo é diferente. No Pan, eram mais de 20 modalidades, algumas sem tradição no Brasil. O povo brasileiro adora futebol e isso não vai ocorrer desta vez” avalia o assessor especial para futebol do Ministério do Esporte, Alcino Rocha.

Para a segunda Copa do Mundo no Brasil (a primeira foi em 1950), serão investidos R$ 33 bilhões para cumprir os encargos da Fifa nas 12 cidades que receberão jogos. Ao todo, são mais de 90 intervenções pesadas de infraestrutura no país, que consumirão cerca de 25 bilhões deste orçamento. “Não estamos fazendo obras para a Copa. Estamos antecipando investimentos, que virão depois de 2014”, afirmou o presidente do Comitê Executivo de BH da Copa do Mundo, Thiago Lacerda, se referindo às melhorias que a competição trará à capital mineira.

“Aqui, em Belo Horizonte, não corremos o risco de criar elefantes brancos. Estamos falando de obras que a sociedade anseia e de um estádio que é utilizado por grandes clubes. Além do futebol, o Mineirão poderá receber eventos em outras datas. Tudo que estamos fazendo servirá para 2016, pois receberemos delegações que competirão a Olimpíada. Deixa um legado de organização e reflexo no turismo imensuráveis”, afirmou.

INVESTIMENTOS Mobilidade urbana é um dos gargalos em Belo Horizonte. A expectativa é que o BRT – sistema de transporte rápido, opção ao metrô – comece a funcionar no ano que vem nas principais vias, como na Av. Antônio Carlos, um dos acessos ao Mineirão. Serão investidos R$ 1,6 bilhão no sistema que servirá a 900 mil pessoas diariamente.

A modernização do estádio da Pampulha, que entrou em sua terceira e mais demorada fase, custará R$ 665,7 milhões e a previsão é que seja aberto no réveillon de 2013, pronto para o Mineiro e Copa das Confederações. O custo será de R$ 9 mil por assento.

O mais preocupante é a obra de ampliação do aeroporto de Confins. O Tribunal de Contas de União (TCU) encontrou indícios de sobrepreço no edital e o processo teve de ser revisto, provocando atraso no início da ampliação do terminal 1. Ontem, o secretário extraordinário da Copa do Mundo, Sérgio Barroso, reafirmou que estará pronto no fim de 2013 e parte do terminal 2 pode ficar pronto para a Copa. No setor privado, 12 hotéis estão em construção e outros 20 aguardam licenciamento. A Fifa pede, no mínimo, quatro hotéis cinco estrelas.

“Nenhuma obra em BH vai repetir os erros da África do Sul ou do Pan do Rio. Posso garantir que a preocupação é não investir em obras que não sejam usadas pela população. Avenidas, hotéis, segurança serão para a população usufruir nos anos seguintes”, garantiu Barroso.

Fonte: sUPER eSPORTES

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