Segundo o Dieese, os setores com crescimento superior ou próximo do Estado (7,92%) estão a Construção Civil (17,28%, 21.450 empregos) e a Indústria de Transformação (8,72% 53.804 empregos) com destaque para os subsetores da Ind. de Alimentos, Bebidas e Álcool (12.060 empregos), Ind. Têxtil e do Vestuário (8.078 empregos), Ind. de Madeira e Mobiliário (7.179 empregos) e a Ind. Metalúrgica (5.724 empregos). Os piores desempenhos foram observados na Administração Pública (0,25% 93 empregos) na Agropecuária (2,58% 2.736 empregos) no Comércio (7,27% 38.109 empregos) com saldo positivo no Varejista (32.565 empregos) e no Atacadista (5.544 empregos) e no Setor de Serviços (7,44%, 57.402 empregos) com destaque para os subsetores de Outros Serviços (21.985 empregos), Hotéis e Restaurantes (13.345 empregos), Transporte e Comunicação (10.152 empregos), e Ensino (5.806 empregos). É importante ressaltar que desde julho/2005 houve uma alteração importante na geração de empregos formais no Estado, a RMC começou apresentar – no acumulado em 12 meses - um crescimento do nível de emprego maior que o Interior, sendo que em julho/2005 o nível de emprego em 12 meses aumentou 5,96% na RMC e 5,50% no Interior, revertendo uma tendência que vinha ocorrendo desde setembro/2001. No acumulado nos 12 meses no mês de novembro/2010 a RMC (7,08%) apresentou um crescimento do nível de emprego superior ao Interior do Estado (5,58%).
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